Gotinhas de Privacidade

uma boa prática do Saúde Digital UFSC para sua segurança digital

Assim como as gotinhas das vacinas são necessárias para proteger vidas, doses de informações sobre privacidade são necessárias para a nossa proteção no ambiente virtual. Mais que isso: estar bem informado sobre os direitos e as responsabilidades no mundo digital é assunto urgente na nossa sociedade. E a situação é ainda mais delicada quando informações pessoais sobre a saúde dos indivíduos estão envolvidas.

Pensando nisso, o Saúde Digital UFSC, através do Setor Encarregado de Dados e da Equipe de Comunicação, está lançando o projeto “Gotinhas de Privacidade”. A iniciativa caracteriza-se como uma “boa prática”, de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), e consiste na produção de conteúdos informativos periódicos sobre segurança digital e atuação profissional em serviços de saúde.

Por aqui, vamos apresentar algumas práticas a serem adotadas em relação à proteção de dados, compartilhar dicas de segurança digital e outras informações interessantes. O compartilhamento desses conteúdos tem como objetivo criar um sistema imunológico forte e resistente para nossas vidas on-line!

Vida on-line e segurança

Vivemos em uma era digital em que a tecnologia permeia quase todos os aspectos de nossas vidas. Desde a interação em redes sociais até transações financeiras e aplicações de saúde, grande parte de nossas atividades do dia a dia envolve o compartilhamento de dados pessoais. Nesse contexto, a proteção de dados e a privacidade tornaram-se questões cruciais para a segurança e o bem-estar das pessoas.

O que são dados pessoais e por que protegê-los?

Dados pessoais são informações ou parte de informações que possuam a mera potencialidade de identificar uma pessoa natural (termo jurídico que se refere a um ser humano vivo que tem direitos e obrigações). Nome, CPF, endereço, e-mail, localização geográfica e até mesmo hábitos de consumo são exemplos desse tipo de informação. Quando esses dados ficam sem a necessária proteção, podem ser utilizados de forma inadequada, resultando em prejuízos financeiros, roubo de identidade e exposição indevida da vida privada.

Proteger dados pessoais é essencial não apenas para evitar esses riscos, mas também para garantir que as pessoas mantenham o controle sobre suas próprias informações. Em um mundo onde os dados têm um valor econômico imenso, proteger a privacidade é também uma forma de resguardar a autonomia individual.

LGPD é compromisso do Telessaúde UFSC

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabelece regras e diretrizes para o tratamento de dados pessoais por empresas, organizações e entidades públicas e privadas, com o objetivo de proteger a privacidade dos indivíduos e garantir o controle sobre suas informações pessoais.

O Telessaúde UFSC adota diversas boas práticas para proteger você e a sua privacidade ao utilizar os serviços de saúde digital ofertados pelo Núcleo. Algumas dessas boas práticas são:

  • Plano de Resposta a Incidentes de Segurança do Núcleo Saúde Digital UFSC;
  • O RIPD: Relatório de Impacto à Proteção de Dados Pessoais;
  • Capacitação de colaboradores;

Oferta de cursos gratuitos aos usuários do STT; entre outras.

Os riscos da falta de proteção

A ausência de medidas adequadas de segurança pode expor indivíduos e organizações a diversos problemas, tais como:

A legislação e os direitos dos indivíduos

Para evitar esses riscos, muitos países implementaram legislações específicas voltadas para a proteção de dados pessoais. No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é o principal marco regulatório nesse sentido. A LGPD estabelece regras claras sobre como as informações devem ser coletadas, armazenadas e utilizadas, garantindo direitos como: