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Em parceria com o Ministério da Saúde, estados e municípios, o Saúde Digital UFSC desenvolve e implementa soluções públicas e gratuitas que articulam apoio clínico, educação permanente, comunicação em saúde e produção científica, auxiliando gestores e profissionais do SUS em diferentes níveis de atenção e contextos territoriais.
As soluções do Saúde Digital UFSC:
O apoio clínico e assistencial e as ações de educação são realizadas por meio do Sistema de Telemedicina e Telessaúde (STT), uma plataforma pública baseada em padrões abertos, que viabiliza a integração de soluções digitais às Redes de Atenção à Saúde estaduais e municipais, respeitando suas realidades locais e fortalecendo a autonomia dos entes federativos.
01
Dificuldades de acesso oportuno a consultas especializadas, exames e laudos, decorrentes da concentração de serviços em determinados territórios, da fragmentação dos fluxos assistenciais e de limitações nos processos de regulação.
02
Longas filas de espera para a Atenção Especializada, que dificultam o acesso de quem mais precisa, ampliam iniquidades e reduzem a resolubilidade dos serviços de saúde.
03
Atendimentos realizados fora do tempo oportuno, comprometendo a efetividade do cuidado e dificultando ou impedindo a condução adequada dos tratamentos.
04
Baixa resolubilidade da APS e da Atenção Especializada, resultando em encaminhamentos excessivos e desnecessários, além de uso ineficiente dos recursos disponíveis.
05
Excesso de deslocamentos de usuários do SUS para acesso a consultas e exames especializados, gerando custos elevados para o sistema de saúde, desgaste para as famílias e impactos ambientais.
06
Sobrecarga dos trabalhadores de saúde, associada à alta demanda, à escassez de apoio clínico especializado e à dificuldade de articulação interprofissional entre os diferentes pontos das Redes de Atenção à Saúde.
07
Limitações para a realização de interconsultas em tempo real, envolvendo profissionais da APS e da Atenção Especializada, reduzindo a possibilidade de cuidado integral, qualificação clínica e diminuição do absenteísmo.
08
Dificuldades na oferta regular de ações de educação para os trabalhadores de saúde, limitando a atualização das práticas assistenciais e o fortalecimento das equipes.
09
Ausência de espaços digitais seguros e estruturados para a articulação interprofissional, discussão de casos clínicos e apoio à tomada de decisão, garantindo a privacidade e a proteção de dados em saúde.
10
Uso de sistemas e plataformas digitais inadequados ou dependência de soluções privadas, frequentemente associadas a altos custos, baixa interoperabilidade, riscos à proteção de dados, perda de autonomia institucional e dificuldades de sustentabilidade no longo prazo.
É nesse contexto que o Saúde Digital UFSC atua, apoiando estados e municípios na incorporação de soluções públicas, gratuitas, seguras e adaptáveis em saúde digital, concebidas para:
As ações do Saúde Digital UFSC articulam apoio clínico mediado por tecnologias digitais, educação permanente em saúde, comunicação em saúde e produção científica, e estão organizadas em três eixos estratégicos:
Apoio clínico e assistencial às Redes de Atenção à Saúde
Educação, informação e comunicação em saúde
Ciência, inovação e cooperação institucional